sexta-feira, 26 de junho de 2009


ClubeTemporadaPaulistaCopa do BrasilBrasileirãoSul-AmericanaOutrosTotal
JogosGolsJogosGolsJogosGolsJogosGolsJogosGolsJogosGols
Corinthians
2009
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
2008
-
-
-
-
3
0
-
-
-
-
-
-
Subtotal
-
-
-
-
3
0
-
-
-
-
3
0
ClubeTemporadaCariocaCopa do BrasilBrasileirãoSul-AmericanaOutrosTotal
PartidasGolsPartidasGolsPartidasGolsPartidasGolsPartidasGolsPartidasGols
Vasco
2008
16
6
8
1
11
1
-
-
(2)
(0)
35 (2)
8
2007
12
1
3
0
7
3
-
-
(2)
(0)
22 (2)
4
2006
11
3
12
3
26
8
1
0
(5)
(1)
50 (5)
14 (1)
2005
-
-
-
-
33
7
-
-
-
-
33
7
Subtotal
39
10
23
4
77
19
1
0
(9)
(1)
140 (9)
33 (1)
ClubeTemporadaParanaenseCopa do BrasilBrasileirãoSul-AmericanaOutrosTotal
JogosGolsJogosGolsJogosGolsJogosGolsJogosGolsJogosGols
Atlético
Paranaense
2005
4
0
-
-
-
-
-
-
-
-
4
0
2004
-
-
-
-
17
2
-
-
-
-
17
2
Subtotal
4
0
-
-
17
2
-
-
-
-
21
2
ClubeTemporadaCariocaCopa do BrasilBrasileirãoSul-AmericanaOutrosTotal
PartidasGolsPartidasGolsPartidasGolsPartidasGolsPartidasGolsPartidasGols
Vasco
2004
6
0
2
1
-
-
-
-
-
-
8
1
2003
-
-
-
-
32
3
2
0
-
-
34
3
Subtotal
6
0
2
1
32
3
2
0
-
-
42
4
Total

49
10
25
5
129
24
3
0
(9)
(1)
206 (9)
39 (1)

Manoel Morais Amorim

Manoel Morais Amorim, mais conhecido como Morais, (Maceió, 17 de julho de 1984) é um futebolista brasileiro que atua como meio-campo.

Carreira

Morais começou sua carreira nas divisões de base do Vasco. Nascido em 84, fez parte da chamada 'geração de 84', time vascaíno das categorias de base com garotos nascidos naquele ano que ficou quatro anos sem perder nenhuma decisão.[1] Da geração de 84, além de Morais, se profissionalizaram Alberoni, Wescley, Ygor, Claudemir, Anderson dentre outros. Pelos resultados dentro de campo se era esperado muito de tais jogadores. Contudo, apenas o ALAGOANO conseguiu se destacar no futebol profissional.
Em 2001, ainda no juvenil, Morais passou a treinar com os profissionais por ordem do técnico na época, Hélio dos Anjos, que afirmava que o garoto viria a se tornar um craque.[1] Em 2002 o jogador foi introduzido de forma definitiva ao elenco profissional. Sua primeira partida foi em 5 de junho, na derrota do Vasco para o Americano por 4 a 3 em São Januário.[3] Essa foi sua única partida oficial naquele ano.

Já em seu segundo ano como profissional foi campeão carioca; contudo, ficou no banco em todas os jogos. Morais começou a entrar no time no Brasileiro daquele ano. Em seu terceiro jogo como profissional, na partida contra o Atlético Mineiro o jogador teve atuação destacada, recebendo um pênalti que resultou no empate vascaíno.[4] A boa atuação lhe deu a titularidade no jogo seguinte, contra o Juventude, o seu primeiro como titular.[5] Ficou no Vasco até 2004, quando se transferiu para o Clube Atlético Paranaense. Sua estréia pelo clube foi no 13 de julho, na goleada do Atlético de 6 a 0 em cima do Goiás. Por lá foi campeão paranaense em 2005. Retornou ao Vasco no segundo semestre do mesmo ano para a disputa do Brasileirão[6].

No início de 2007 o jogador recebeu uma proposta do Red Bull Salzburg, da Áustria, mas que recusou por não ser de um centro importante[7]. Pouco tempo depois surgiram notícias de que o jogador interessava o Porto de Portugal e o Boca Juniors da Argentina, mais acabou renovando seu contrato com o Vasco até 2011, pondo fim aos rumores de uma possível transferência[8]. Ainda em 2007 ele recebeu outra proposta para mudar de clube. O Dínamo de Zagreb oficializou uma proposta pelo jogador[7], mesmo sabendo da existência de um contrato em vigor. O jogador recusou a proposta pelo mesmo motivou que recusou a proposta do Red Bull Salzburg, não se tratava de um grande centro.

No dia 3 de Junho de 2007, num jogo entre o Vasco da Gama e o Fluminense, no Maracanã, válido pelo Campeonato Brasileiro, Morais agravou uma lesão na zona da púbis que já tinha há meses[9] e que desta vez o deixou afastado dos jogos por mais de 160 dias. O jogador voltou a disputar uma partida pelo Vasco da Gama no dia 11 de Novembro, quando entrou aos 76 minutos no jogo contra o Figueirense[10]. No jogo seguinte, contra o Corinthians, entrou em campo como titular[11].

No começo de 2008, após o torneio de Dubai, Morais novamente foi sondado, desta vez pelo Hamburgo da Alemanha após chamar a atenção no jogo contra a equipe no torneio, porém, mais uma vez, o jogador negou, afirmando "saber de sua responsabilidade com o clube".

Com a volta ao elenco do ídolo cruzmaltino Edmundo em 2008, Morais perdeu a camisa dez. Com isso, passou a usar o número 98, em homenagem aos dez anos da conquista vascaína da Copa Libertadores, em 1998.[12]

No jogo contra o Bragantino, pela Copa do Brasil, o jogador aplicou um diferente drible no seu marcador, utilizando-se de um toque de letra para dar um caneta no seu adversário.[13] A jogada chamou a atenção e o site GloboEsporte abriu uma votação para batizá-la, utilizando-se de sugestões de internautas selecionadas pelo vascaíno. A enquete, ainda aberta, por enquanto registra a vitória do nome "Danos Morais".[14]

Em 2008, durante a disputa do Campeonato Brasileiro, o jogador teve alguns problemas dentro do clube. Após uma manifestação de torcedores que entraram na concentração dos jogadores[15], Morais, alegando problemas psicológicos, pediu para não jogar. Este acontecimento não agradou a diretoria e, após o jogador faltar aos treinos, teve seu salário suspenso.[16] Porém, depois de voltar aos treinos, a suspensão foi retirada.[17] Após isso o jogador alegou uma lesão que foi desmentida pelo médico do clube[18] e pelo treinador Tita, que afirmou que o problema do jogador era psicológico.[18] Devido a todos esses problemas, a diretoria do clube decidiu aceitar a proposta do Corinthians e o jogador foi emprestado por 1 ano.[19]

Tambem ganhou fama de 'pipoqueiro' pelos torcedores do Vasco da Gama.


Seleção Brasileira

Morais foi convocado pela primeira vez para a Seleção em 2006, para disputar o amistoso contra a Noruega[20], mas acabou ficando no banco. Em 2007, Morais foi pré-convocado para disputar a Copa América na Venezuela[21], mas por uma lesão acabou ficando de fora.

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